Boa noite queridos, como estão?

Hoje trago pra vocês a resenha desse livro que li graças a minha curiosidade do dia haha..

 Prato sujo 
Autor: Marcia Kedouk
Editora: Abril
Ano: 2014
Número de Pags: 225
Nota:

SINOPSE

Sexo, dogs e hot roll Começou com um docinho depois do almoço. Depois, era batata frita a semana toda. Essa é a história de um cérebro viciado e prostituído: ele sabe que salada é mais digna para a saúde, mas gosta mesmo é de açúcar, sal, gordura, farinha refinada - substâncias que dão tanto prazer quanto sexo, com um poder viciante comparável ao de drogas como a cocaína. A indústria da comida se aproveita dessa nossa fraqueza neurológica para tornar seus produtos cada vez mais irresistíveis, com doses cavalares desses aditivos. E pagamos por isso com a nossa saúde. Aqui você vai entender como realmente funciona essa indústria. E, para não dizer que não falamos de couve-flores, este livro também traz descobertas fresquinhas da ciência que podem revolucionar sua dieta. Bom apetite! Ou não.

 
Foi em uma tarde daquelas que você termina de almoçar e tem um tempinho pra se distrair, estava eu vendo revistas e livros numa revistaria (a mais próxima haha) e me deparo com este livro de capa amarela que já chama atenção por si só. Eu como uma curiosa de carteirinha assinada já fui lendo a sinopse e logo em seguida comprei por que meu tempo esta acabando e precisava voltar pro escritório mas garanti a leitura do caminho da semana.


O livro é impactante e muito instrutivo, ele te prende na leitura por conter fatos (ou comidas) do nosso dia a dia que as vezes a gente nem presta atenção. Confesso que depois que li esse livro comecei a ter mais interesse nos rótulos das comidas que eu compro, coisa que antes só eram letrinhas dentro de uma tabelinha.
A Marcia não deixou passar nenhum detalhe, fala desde açucares, gorduras e fast food até saladas e pão integral. Ela tenta passar a ideia de que os alimentos industrializados são de certa forma nocivos a saúde, mas que mesmo sabendo (ou não) disso continuamos a consumir por estarmos de certa forma viciados. Ela também aborda sobre os alimentos transgênicos e explica como são criados, custo e apresenta números e pesquisas sobre a grande produção de soja por exemplo.


"Desde a infância, somos educados a ter uma relação de poder com a comida: para comer a sobremesa, você precisa comer a verdura - a premiação depois do sacrifício. Quando você cresce, conquista a independência alimentar e pode comer nuggets todo dia, sorvete e chocolate sem fazer escalas em repolhos e acelgas [...] Por que você merece uma recompensa imediata, depois de um dia difícil." - pag 69 

O livro é dividido em duas partes "Prato sujo", onde a autora nos fala sobre colesterol, comida geneticamente modificada e até dietas malucas. E a segunda parte "Prato limpo" que ela fala sobre a teoria da combinação de alimentos para manter uma alimentação saudável, alimentos orgânicos e toda a filosofia de cultiva-los.  


A leitura é tão dinâmica quanto estar lendo uma revista da super interessante (só que sem todas as cores e anúncios nas paginas) o livro tem bastante fotos e uma bibliografia muito boa pra quem quiser se aprofundar no assunto que a autora deixa bem no final do livro pra gente dar aquela olhadela.
Eu gostei da leitura e recomendo pra quem tem essa curiosidade de saber mais sobre o que ingerimos de um outro olhar. Eu comecei a pensar um pouco no que eu como e sua procedência graças à esse livro. Eu não deixei de consumir nada que eu me lembre, mas eu tento me policiar um pouquinho por que se tem uma coisa que eu gosto é comer haha. 


É isso gente, uma resenha "express" pela correria da semana de prova, mas não podia deixar de postar conteúdo pra vocês. <3

Espero que tenham gostado da resenha, comenta aqui com a gente se você já leu o livro e o que achou! 

Gostou do livro? Você pode esta adquirindo AQUI

Um até logo e beijos de luz,
Ritch



2 Comentários

  1. Nossa, não li esse livro ainda, mas achei bem interessante a temática!
    Parabéns pela resenha, ficou ótima :)

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  2. Gostei deste tema e seria delicinha ler em uma tarde no metrô.

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